terça-feira, 8 de outubro de 2013
Nem toda dor é física.
Você deixa um alfinete cair no chão do seu quarto e pensa “daqui a pouco eu pego". Horas depois você se esquece, se distrai, e acaba pisando em cima, sente uma dor terrível. Você sabe que poderia ter evitado com um simples gesto, mas mesmo assim fica com ódio por ter se machucado de forma tão idiota. Você se recusa a acreditar que algo tão inofensivo no momento possa te fazer algum mal. Se esquece que pequenas coisas podem causar dores insuportáveis. Mas aprende que nem toda dor é física.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Reviravoltas.
“Muitas vezes as reviravoltas servem para nos sacudir, para nos fazer acordar. Para mostrar que a gente merece mais, muito mais. Não vale a pena se desgastar com ignorância, fofoca e falsidade. Não faz bem para a saúde conviver com mesquinharia. Ambientes carregados não fazem bem para a alma de ninguém.”
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Johnny Cash Hurt
~
Hurt
I hurt myself today
To see if I still feel
I focus on the pain
The only thing that's real
The needle tears a hole
The old familiar sting
Try to kill it all away
But I remember everything
What have I become, my sweetest friend?
Everyone I know goes away
In the end
And you could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt
I wear this crown of thorns
Upon my liar's chair
Full of broken thoughts
I cannot repair
Beneath the stains of time
The feelings disappear
You are someone else
I am still right here
What have I become, my sweetest friend?
Everyone I know goes away
In the end
And you could have it all
My empire of dirt
I will let you down
I will make you hurt
If I could start again
A million miles away
I would keep myself
I would find a way
Dor
Hoje machuquei a mim mesmo
Para ver se ainda sinto
Eu me concentro na dor
A única coisa que é real
A agulha abre um buraco
A velha picada familiar
Tento apagar tudo
Mas me lembro de todas as coisas
O que eu me tornei, minha mais doce amiga?
Todos que eu conheço vão embora
No final
E você poderia ter tudo isso
Meu império de poeira
Eu vou te desapontar
Eu farei você sofrer
Eu uso essa coroa de espinhos
Sobre meu trono de mentiras
Cheio de ideias partidas
Que eu não posso consertar
Sob as manchas do tempo
Os sentimentos desaparecem
Voce é outra pessoa
Eu ainda estou aqui
O que eu me tornei, minha mais doce amiga?
Todos que eu conheço vão embora
No final
E você poderia ter tudo isso
Meu império de poeira
Eu vou te desapontar
Eu farei você sofrer
Se eu pudesse começar de novo
A milhões de milhas distante
Eu me salvaria
Eu encontraria um jeito
Sobre o amor.
Hoje aprendi mais um pouco sobre o amor. Quais as qualidades que devemos ter para mudarmos as situações e com isso praticar e receber amor.
Portanto, crianças...sejam pacientes uns com os outros, não ofenda a quem você ama, não xingue nem brigue, ouça e retribua com gentileza e paciência. Isso fara com quem te ofende fique com uma "pulga atrás da orelha" e quem sabe assim ela possa ser transformada e vocês vivam em harmonia.
André Dézão.
Portanto, crianças...sejam pacientes uns com os outros, não ofenda a quem você ama, não xingue nem brigue, ouça e retribua com gentileza e paciência. Isso fara com quem te ofende fique com uma "pulga atrás da orelha" e quem sabe assim ela possa ser transformada e vocês vivam em harmonia.
André Dézão.
Sorrir pra não morrer.
“Não sei viver fora desse limite do ser e não-ser, nunca fico numa zona confortável. Minha vida tende ao tédio, mas eu corro na direção contrária. É preciso de força pra viver, é preciso sorrir pra não morrer.”
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Bater de frente.
Vocês já viram o resultado de uma batida de carro de frente?
Quase sempre é terrível ou trágico. Imaginem um trem batendo de frente com outro trem, horrível só de imaginar, né? Então, porque nos orgulhamos tanto de fazer isso nas nossas vidas?
E ainda há aqueles que dizem para todos; bato de frente mesmo, sou verdadeiro, quem quiser gostar de mim bem, senão, amém!
Em tudo nos achamos orgulhosos em defender nossas idéias, sejam elas quais forem; em nossos relacionamentos afetivos, no trabalho e em qualquer situação que fuja do nosso controle. Dai o que fazemos? Batemos de frente, sem lembrar de mais nada defendendo nossa opinião a todo custo, sem pensar, sem ponderar e nem mesmo pensando nas consequências que isso trará as nossas vidas e na vidas de quem nos ouve.
Bater de frente é perder a oportunidade de ouvir e ser ouvido.
Pense, reflita, pondere e só então dê a sua opinião!
O que sua boca fala atinge não só os ouvidos de quem ouve, mas também o coração.
Respire antes de falar.
André Dézao.
Quase sempre é terrível ou trágico. Imaginem um trem batendo de frente com outro trem, horrível só de imaginar, né? Então, porque nos orgulhamos tanto de fazer isso nas nossas vidas?
E ainda há aqueles que dizem para todos; bato de frente mesmo, sou verdadeiro, quem quiser gostar de mim bem, senão, amém!
Em tudo nos achamos orgulhosos em defender nossas idéias, sejam elas quais forem; em nossos relacionamentos afetivos, no trabalho e em qualquer situação que fuja do nosso controle. Dai o que fazemos? Batemos de frente, sem lembrar de mais nada defendendo nossa opinião a todo custo, sem pensar, sem ponderar e nem mesmo pensando nas consequências que isso trará as nossas vidas e na vidas de quem nos ouve.
Bater de frente é perder a oportunidade de ouvir e ser ouvido.
Pense, reflita, pondere e só então dê a sua opinião!
O que sua boca fala atinge não só os ouvidos de quem ouve, mas também o coração.
Respire antes de falar.
André Dézao.
Não tenha medo da vida.
Não tenha medo da vida, tenha medo de não vivê-la. Não há céu sem tempestades, nem caminhos sem acidentes. Só é digno do pódio quem usa as derrotas para alcançá-lo. Só é digno da sabedoria quem usa as lágrimas para irrigá-la. Os frágeis usam a força; os fortes, a inteligência. Seja um sonhador, mas una seus sonhos com disciplina, Pois sonhos sem disciplina produzem pessoas frustradas. Seja um debatedor de ideias. Lute pelo que você ama.
Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu
Duvidas clássicas.
Porque conto somente os erros?
Porque só o que fiz de errado permanece na memória?
E as coisas boas, onde estão?
Porque elas estão bloqueadas?
O que há de errado comigo?
Porque o que faço não da certo?
Porque sou bom com os outros e não sou bom comigo?
O que há de errado no mundo?
O que há de errado com as pessoas?
Todos estão certos e só eu errado?
Quantas duvidas cabem dentro de mim?
André Dézão.
Porque só o que fiz de errado permanece na memória?
E as coisas boas, onde estão?
Porque elas estão bloqueadas?
O que há de errado comigo?
Porque o que faço não da certo?
Porque sou bom com os outros e não sou bom comigo?
O que há de errado no mundo?
O que há de errado com as pessoas?
Todos estão certos e só eu errado?
Quantas duvidas cabem dentro de mim?
André Dézão.
Aprender a amar.
Quando criança aprendi várias coisas.
Uma delas foi sobre o amor.
O amor lhe é dado e não tomado.
Eu não posso impor que você me ame.
E nem você pode impor que eu a ame.
Por muito tempo mendiguei amor.
Por muito tempo ele me foi negado.
Para mim amar é uma necessidade, tanto quanto respirar.
Para os outros o amor é só um objeto, você usa quando lhe convêm.
Não amigos, não usem o amor...
Deixe que ele use vocês.
Permitam-se, serem usados e levados pelo amor.
Dê uma chance para o amor.
Deixem que o amor os envolva.
Transbordem de amor.
E assim, aprendam a amar a vocês e aos outros.
André Dézão.
Uma delas foi sobre o amor.
O amor lhe é dado e não tomado.
Eu não posso impor que você me ame.
E nem você pode impor que eu a ame.
Por muito tempo mendiguei amor.
Por muito tempo ele me foi negado.
Para mim amar é uma necessidade, tanto quanto respirar.
Para os outros o amor é só um objeto, você usa quando lhe convêm.
Não amigos, não usem o amor...
Deixe que ele use vocês.
Permitam-se, serem usados e levados pelo amor.
Dê uma chance para o amor.
Deixem que o amor os envolva.
Transbordem de amor.
E assim, aprendam a amar a vocês e aos outros.
André Dézão.
Tudo novo de novo.
Bem, enfim chegou outubro.
Mês em que se renovam as minhas esperanças.
Esperanças de uma vida diferente.
Esperanças de dias, horas e minutos felizes.
Esperança em você, esperança.
Que a cada dia se renove em meu coração.
E que a cada manhã você chegue e tome conta de mim.
Esperança que tudo seja novo de novo.
André Dézão.
Mês em que se renovam as minhas esperanças.
Esperanças de uma vida diferente.
Esperanças de dias, horas e minutos felizes.
Esperança em você, esperança.
Que a cada dia se renove em meu coração.
E que a cada manhã você chegue e tome conta de mim.
Esperança que tudo seja novo de novo.
André Dézão.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Pessoas precisam de pessoas.
A cada dia.
A cada passo.
A cada olhar.
A cada abraço.
Eu preciso.
Você precisa.
Nós precisamos de pessoas.
Para cada angustia, uma palavra.
Para cada lagrima, um consolo.
Para cada queda, uma mão.
Para solidão, um abraço.
Eu vejo você passando.
Você me vê passando.
Eu na minha tristeza.
E você no seu desencanto.
Quem sabe um dia nos encontramos.
Quem sabe um dia nos abraçamos.
Quem sabe um dia a tristeza e o desencanto.
Transformem-se em alegria e esperança.
E assim, eu precisando de você e você de mim.
Mudamos nossas histórias.
André Dézão.
A cada passo.
A cada olhar.
A cada abraço.
Eu preciso.
Você precisa.
Nós precisamos de pessoas.
Para cada angustia, uma palavra.
Para cada lagrima, um consolo.
Para cada queda, uma mão.
Para solidão, um abraço.
Eu vejo você passando.
Você me vê passando.
Eu na minha tristeza.
E você no seu desencanto.
Quem sabe um dia nos encontramos.
Quem sabe um dia nos abraçamos.
Quem sabe um dia a tristeza e o desencanto.
Transformem-se em alegria e esperança.
E assim, eu precisando de você e você de mim.
Mudamos nossas histórias.
André Dézão.
Resiliência.
“A felicidade não acontece no final, depois da transa, depois do casamento, depois do filho, depois da formatura, depois de construída a casa, depois da riqueza, depois da viagem.
A felicidade acontece no dia a dia.
Felicidade é fruto na beira do abismo.
É preciso colhê-lo e degusta-lo agora.
Amanhã, ou ele já caiu, ou você já caiu...”
Rubens Alves
A felicidade acontece no dia a dia.
Felicidade é fruto na beira do abismo.
É preciso colhê-lo e degusta-lo agora.
Amanhã, ou ele já caiu, ou você já caiu...”
Rubens Alves
Beijo molhado.
Sonho com um beijo.
Um beijo desesperado.
Incontrolável.
De olhos fechados, cerrados.
Respiração profunda.
Corações batendo descontrolados.
Abraço apertado.
Cheiros.
Mãos que agarram.
Braços que envolvem.
O mundo para com um beijo molhado.
André Dézão.
Um beijo desesperado.
Incontrolável.
De olhos fechados, cerrados.
Respiração profunda.
Corações batendo descontrolados.
Abraço apertado.
Cheiros.
Mãos que agarram.
Braços que envolvem.
O mundo para com um beijo molhado.
André Dézão.
Cara a cara com a bipolaridade.
De frente você parece sã.
De costas a loucura salta aos olhos.
De onde vem você?
Quem é essa pessoa ao meu lado?
De onde ela vem?
Onde ela estava a algumas horas atrás?
Porque ela não fica aqui?
Porque ela não fica para sempre?
Saíram todos, não tem mais ninguém nos vendo.
Não se vá junto deles, fique!
De costas a loucura volta.
A margem o real aparece.
Em casa o vazio.
No carro a solidão.
E tudo volta ao normal.
E assim vivemos.
E assim sobrevivo a vocês duas.
Passo a passo.
Dia a dia.
Cara a cara com a bipolaridade.
André Dézão.
De costas a loucura salta aos olhos.
De onde vem você?
Quem é essa pessoa ao meu lado?
De onde ela vem?
Onde ela estava a algumas horas atrás?
Porque ela não fica aqui?
Porque ela não fica para sempre?
Saíram todos, não tem mais ninguém nos vendo.
Não se vá junto deles, fique!
De costas a loucura volta.
A margem o real aparece.
Em casa o vazio.
No carro a solidão.
E tudo volta ao normal.
E assim vivemos.
E assim sobrevivo a vocês duas.
Passo a passo.
Dia a dia.
Cara a cara com a bipolaridade.
André Dézão.
Suas coisas.
Pegue suas coisas e saia.
Junte seu trapos e voe.
limpe seu armário.
Amontoe tudo no seu carro.
Despeje em um saco.
Assim você trata as roupas e coisas...
Mas, lembranças...
Essas não saem.
Não somem.
Nem se pode jogar tudo na rua.
Lembranças são eternas.
Dentro de nossos corações e mentes.
lembranças boas ou ruins, tanto faz.
lembranças não são coisas.
Mas, te peço um favor.
Pegue suas lembranças e suma, desapareça com elas.
Porque de você só lembranças guardarei.
André Dézão.
Junte seu trapos e voe.
limpe seu armário.
Amontoe tudo no seu carro.
Despeje em um saco.
Assim você trata as roupas e coisas...
Mas, lembranças...
Essas não saem.
Não somem.
Nem se pode jogar tudo na rua.
Lembranças são eternas.
Dentro de nossos corações e mentes.
lembranças boas ou ruins, tanto faz.
lembranças não são coisas.
Mas, te peço um favor.
Pegue suas lembranças e suma, desapareça com elas.
Porque de você só lembranças guardarei.
André Dézão.
Tulipa Ruiz - Do Amor
Do amor
Tulipa Ruiz
O meu amor sai de trem por aí
E vai vagando devagar para ver quem chegou
O meu amor corre devagar, anda no seu tempo
Que passa de vez em vento
Como uma história que inventa o seu fim
Quero inventar um você para mim
Vai ser melhor quando te conhecer
E vai vagando devagar para ver quem chegou
O meu amor corre devagar, anda no seu tempo
Que passa de vez em vento
Como uma história que inventa o seu fim
Quero inventar um você para mim
Vai ser melhor quando te conhecer
Olho no olho
E flor no jardim
Flor, amor
Vento devagar
Vem, vai, vem mais
E flor no jardim
Flor, amor
Vento devagar
Vem, vai, vem mais
Jeneci - Porque Nós
Uma poesia em forma de canção.
Aproveitem!
Por Que Nós?
Marcelo Jeneci
Éramos célebres líricos
Éramos sãos
Lúcidos céticos
Cínicos não
Músicos práticos
Só de canção
Nada didáticos
Nem na intenção
Tímidos típicos
Sem solução
Davam-nos rótulos
Todos em vão
Éramos únicos
Na geração
Éramos nós dessa vez
Éramos sãos
Lúcidos céticos
Cínicos não
Músicos práticos
Só de canção
Nada didáticos
Nem na intenção
Tímidos típicos
Sem solução
Davam-nos rótulos
Todos em vão
Éramos únicos
Na geração
Éramos nós dessa vez
Tínhamos dúvidas clássicas
Muita aflição
Críticas lógicas
Ácidas não
Pérolas ótimas
Cartas na mão
Eram recados
Pra toda a nação
Éramos súditos
Da rebelião
Símbolos plácidos
Cândidos não
Ídolos mínimos
Múltipla ação
Muita aflição
Críticas lógicas
Ácidas não
Pérolas ótimas
Cartas na mão
Eram recados
Pra toda a nação
Éramos súditos
Da rebelião
Símbolos plácidos
Cândidos não
Ídolos mínimos
Múltipla ação
Sempre tem gente pra chamar de nós
Sejam milhares, centenas ou dois
Ficam no tempo os torneios da voz
Não foi só ontem, é hoje e depois
São momentos lá dentro de nós
São outros ventos que vêm do pulmão
E ganham cores na altura da voz
E os que viverem verão
Sejam milhares, centenas ou dois
Ficam no tempo os torneios da voz
Não foi só ontem, é hoje e depois
São momentos lá dentro de nós
São outros ventos que vêm do pulmão
E ganham cores na altura da voz
E os que viverem verão
Fomos serenos num mundo veloz
Nunca entendemos então por que nós
Só mais ou menos
Nunca entendemos então por que nós
Só mais ou menos
Corrida para o fim.
Corrida para o fim.
Corri atrás.
Corri na frente.
Corri de mim.
Corri dos sonhos.
Corri das alegrias.
Corri da vida.
Corri para o fim.
André Dézão.
Querer.
Querer.
Não que eu
não queira mais saber.
Nem tão
pouco esquecer.
Apenas uma
mensagem já me deixa atordoado.
Uma sensação
horrível diferente das boas que senti.
Viver assim
não é bom.
Viver assim
é não viver.
Então,
deixar pra lá é a solução.
Deixar pra
lá o que não é de cá.
André Dézão.
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