segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Pessoas precisam de pessoas.
A cada dia.
A cada passo.
A cada olhar.
A cada abraço.
Eu preciso.
Você precisa.
Nós precisamos de pessoas.
Para cada angustia, uma palavra.
Para cada lagrima, um consolo.
Para cada queda, uma mão.
Para solidão, um abraço.
Eu vejo você passando.
Você me vê passando.
Eu na minha tristeza.
E você no seu desencanto.
Quem sabe um dia nos encontramos.
Quem sabe um dia nos abraçamos.
Quem sabe um dia a tristeza e o desencanto.
Transformem-se em alegria e esperança.
E assim, eu precisando de você e você de mim.
Mudamos nossas histórias.
André Dézão.
A cada passo.
A cada olhar.
A cada abraço.
Eu preciso.
Você precisa.
Nós precisamos de pessoas.
Para cada angustia, uma palavra.
Para cada lagrima, um consolo.
Para cada queda, uma mão.
Para solidão, um abraço.
Eu vejo você passando.
Você me vê passando.
Eu na minha tristeza.
E você no seu desencanto.
Quem sabe um dia nos encontramos.
Quem sabe um dia nos abraçamos.
Quem sabe um dia a tristeza e o desencanto.
Transformem-se em alegria e esperança.
E assim, eu precisando de você e você de mim.
Mudamos nossas histórias.
André Dézão.
Resiliência.
“A felicidade não acontece no final, depois da transa, depois do casamento, depois do filho, depois da formatura, depois de construída a casa, depois da riqueza, depois da viagem.
A felicidade acontece no dia a dia.
Felicidade é fruto na beira do abismo.
É preciso colhê-lo e degusta-lo agora.
Amanhã, ou ele já caiu, ou você já caiu...”
Rubens Alves
A felicidade acontece no dia a dia.
Felicidade é fruto na beira do abismo.
É preciso colhê-lo e degusta-lo agora.
Amanhã, ou ele já caiu, ou você já caiu...”
Rubens Alves
Beijo molhado.
Sonho com um beijo.
Um beijo desesperado.
Incontrolável.
De olhos fechados, cerrados.
Respiração profunda.
Corações batendo descontrolados.
Abraço apertado.
Cheiros.
Mãos que agarram.
Braços que envolvem.
O mundo para com um beijo molhado.
André Dézão.
Um beijo desesperado.
Incontrolável.
De olhos fechados, cerrados.
Respiração profunda.
Corações batendo descontrolados.
Abraço apertado.
Cheiros.
Mãos que agarram.
Braços que envolvem.
O mundo para com um beijo molhado.
André Dézão.
Cara a cara com a bipolaridade.
De frente você parece sã.
De costas a loucura salta aos olhos.
De onde vem você?
Quem é essa pessoa ao meu lado?
De onde ela vem?
Onde ela estava a algumas horas atrás?
Porque ela não fica aqui?
Porque ela não fica para sempre?
Saíram todos, não tem mais ninguém nos vendo.
Não se vá junto deles, fique!
De costas a loucura volta.
A margem o real aparece.
Em casa o vazio.
No carro a solidão.
E tudo volta ao normal.
E assim vivemos.
E assim sobrevivo a vocês duas.
Passo a passo.
Dia a dia.
Cara a cara com a bipolaridade.
André Dézão.
De costas a loucura salta aos olhos.
De onde vem você?
Quem é essa pessoa ao meu lado?
De onde ela vem?
Onde ela estava a algumas horas atrás?
Porque ela não fica aqui?
Porque ela não fica para sempre?
Saíram todos, não tem mais ninguém nos vendo.
Não se vá junto deles, fique!
De costas a loucura volta.
A margem o real aparece.
Em casa o vazio.
No carro a solidão.
E tudo volta ao normal.
E assim vivemos.
E assim sobrevivo a vocês duas.
Passo a passo.
Dia a dia.
Cara a cara com a bipolaridade.
André Dézão.
Suas coisas.
Pegue suas coisas e saia.
Junte seu trapos e voe.
limpe seu armário.
Amontoe tudo no seu carro.
Despeje em um saco.
Assim você trata as roupas e coisas...
Mas, lembranças...
Essas não saem.
Não somem.
Nem se pode jogar tudo na rua.
Lembranças são eternas.
Dentro de nossos corações e mentes.
lembranças boas ou ruins, tanto faz.
lembranças não são coisas.
Mas, te peço um favor.
Pegue suas lembranças e suma, desapareça com elas.
Porque de você só lembranças guardarei.
André Dézão.
Junte seu trapos e voe.
limpe seu armário.
Amontoe tudo no seu carro.
Despeje em um saco.
Assim você trata as roupas e coisas...
Mas, lembranças...
Essas não saem.
Não somem.
Nem se pode jogar tudo na rua.
Lembranças são eternas.
Dentro de nossos corações e mentes.
lembranças boas ou ruins, tanto faz.
lembranças não são coisas.
Mas, te peço um favor.
Pegue suas lembranças e suma, desapareça com elas.
Porque de você só lembranças guardarei.
André Dézão.
Tulipa Ruiz - Do Amor
Do amor
Tulipa Ruiz
O meu amor sai de trem por aí
E vai vagando devagar para ver quem chegou
O meu amor corre devagar, anda no seu tempo
Que passa de vez em vento
Como uma história que inventa o seu fim
Quero inventar um você para mim
Vai ser melhor quando te conhecer
E vai vagando devagar para ver quem chegou
O meu amor corre devagar, anda no seu tempo
Que passa de vez em vento
Como uma história que inventa o seu fim
Quero inventar um você para mim
Vai ser melhor quando te conhecer
Olho no olho
E flor no jardim
Flor, amor
Vento devagar
Vem, vai, vem mais
E flor no jardim
Flor, amor
Vento devagar
Vem, vai, vem mais
Jeneci - Porque Nós
Uma poesia em forma de canção.
Aproveitem!
Por Que Nós?
Marcelo Jeneci
Éramos célebres líricos
Éramos sãos
Lúcidos céticos
Cínicos não
Músicos práticos
Só de canção
Nada didáticos
Nem na intenção
Tímidos típicos
Sem solução
Davam-nos rótulos
Todos em vão
Éramos únicos
Na geração
Éramos nós dessa vez
Éramos sãos
Lúcidos céticos
Cínicos não
Músicos práticos
Só de canção
Nada didáticos
Nem na intenção
Tímidos típicos
Sem solução
Davam-nos rótulos
Todos em vão
Éramos únicos
Na geração
Éramos nós dessa vez
Tínhamos dúvidas clássicas
Muita aflição
Críticas lógicas
Ácidas não
Pérolas ótimas
Cartas na mão
Eram recados
Pra toda a nação
Éramos súditos
Da rebelião
Símbolos plácidos
Cândidos não
Ídolos mínimos
Múltipla ação
Muita aflição
Críticas lógicas
Ácidas não
Pérolas ótimas
Cartas na mão
Eram recados
Pra toda a nação
Éramos súditos
Da rebelião
Símbolos plácidos
Cândidos não
Ídolos mínimos
Múltipla ação
Sempre tem gente pra chamar de nós
Sejam milhares, centenas ou dois
Ficam no tempo os torneios da voz
Não foi só ontem, é hoje e depois
São momentos lá dentro de nós
São outros ventos que vêm do pulmão
E ganham cores na altura da voz
E os que viverem verão
Sejam milhares, centenas ou dois
Ficam no tempo os torneios da voz
Não foi só ontem, é hoje e depois
São momentos lá dentro de nós
São outros ventos que vêm do pulmão
E ganham cores na altura da voz
E os que viverem verão
Fomos serenos num mundo veloz
Nunca entendemos então por que nós
Só mais ou menos
Nunca entendemos então por que nós
Só mais ou menos
Corrida para o fim.
Corrida para o fim.
Corri atrás.
Corri na frente.
Corri de mim.
Corri dos sonhos.
Corri das alegrias.
Corri da vida.
Corri para o fim.
André Dézão.
Querer.
Querer.
Não que eu
não queira mais saber.
Nem tão
pouco esquecer.
Apenas uma
mensagem já me deixa atordoado.
Uma sensação
horrível diferente das boas que senti.
Viver assim
não é bom.
Viver assim
é não viver.
Então,
deixar pra lá é a solução.
Deixar pra
lá o que não é de cá.
André Dézão.
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